China proíbe a mídia e estabelecimentos de discutir sobre criptomoedas

China proíbe a mídia e estabelecimentos de discutir sobre criptomoedas

China proíbe a mídia e estabelecimentos de discutir sobre criptomoedas

A China não está para brincadeira quando o assunto é controlar a circulação de criptomoedas no país. Agora a tática será banir meios de comunicação e lugares que abordarem qualquer assunto sobre o ecossistema digital.

Oito meios de comunicação especializados em criptomoedas já foram retirados do WeChat, aplicativo de comunicação e pagamento móvel chinês com maior reverberação. Supostamente, esses portais violavam regulamentações governamentais.

Locais físicos, como hotéis e pousadas, também foram proibidos de realizar qualquer evento relacionado à tecnologia. De acordo com um documento vazado pelo jornal South China Morning Post, autoridades do distrito de Chaoyang, localizado em Pequim, irão fechar os estabelecimentos caso os eventos ocorram.

Como já noticiado pelo Folha de Investimentos, o governo chinês está bloqueando seu mercado para a entrada de ICOs estrangeiras. A proibição está ocorrendo por uma possível emissão ilegal de títulos, arrecadação ilegal de fundos, fraude financeira, esquemas de pirâmide e outras atividades criminosas.

“A lógica subjacente é que, como muitas ICOs e criptomoedas são consideradas fraudulentas ou usadas para fins ilegais (por exemplo, lavagem de dinheiro), reduzir a conscientização sobre elas diminuirá a exposição do consumidor à fraude e, assim, abafará a escala geral de criminalidade associada à atividade”, disse Windsor Holden, diretor de Previsão e Consultoria da Juniper Research britânica.

E agora? Qual será o próximo passo da China para proibir o trâmite de moedas descentralizadas dentro do país?