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Libra. Esse é o nome da criptomoeda lançada pelo Facebook nessa terça-feira (18/06). A rede social promete um sistema seguro de pagamento, baseado em blockchain. Segundo a companhia, o sistema será apoiado em ativos sólidos e disponibilizados para usuários comuns.

Já não são de hoje os rumores sobre a investida do Facebook no mercado de criptomoedas. Com o lançamento oficial da Libra, a rede social espera atrair usuários que, por alguma razão, não possuem contas em bancos. Desse modo, o facebook irá atuar com uma carteira digital própria, a Calibra, e também uma moeda apoiada por uma reserva de ativos tão segura quanto o dólar.

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Essa será a principal diferença entre a Libra e o Bitcoin. Afinal, o BTC atua mais como um ativo especulativo, do que como uma moeda propriamente dita. Nesse sentido, o Facebook pretende se tornar uma central de negócios descentralizada. Ela teria a capacidade de suportar uma grande quantidade de produtos financeiros, passando pelo sistema bancário, até empréstimos e créditos.

Leia também: O que é Bitcoin?

Regulamentação do mercado de Libra

Com o anúncio, surge uma certa desconfiança sobre a regulamentação do mercado de libra. Entretanto, a rede social afirma que para evitar problemas com as instituições tradicionais, angariou verba e apoio de aproximadamente 29 parceiros.

Entre eles estão, empresas de capital de risco, ONGs (Organizações Não Governamentais sem fins lucrativos), grandes grupos financeiros, firmas de criptografia, telecomunicações e diversas empresas de serviços de tecnologia, entre elas:

  • Mastercard;
  • eBay;
  • Coinbase;
  • Visa;
  • Stripe;
  • Spotify;
  • Lyft;
  • Vodafone;
  • Uber;
  • Paypal.

Será construído, nesse sentido, uma Reserva de Libra. Essa reserva será um conjunto de ativos capaz de garantir cada unidade de Libra. Desse modo, sendo apoiada por um ativo de valor real, a criptomoeda será capaz de evitar aspectos inflacionários. Essa é uma das principais diferenças para o Bitcoin. O BTC é apoiado pela escassez, e por essa razão vê a variação do seu preço oscilar baseado na oferta e procura.

Um outro ponto divulgado pelo Facebook é sobre a mineração da Libra. Segundo a rede social, esse processo é mais verde se comparado à mineração do Bitcoin. Com efeito, há menos necessidade de consumo de energia no processo, colaborando para o meio ambiente.

Para alguns economistas, a moeda terá um grande potencial de aumentar a acessibilidade global à serviços financeiros. Todavia, para reguladores e políticos dos EUA e Europa abre uma certa preocupação em relação a sua regulação.

O que pensam autoridades sobre a Libra

“Quem vai monitorar as decisões?” Essa foi a pergunta feita por Rodrigo De Losso, doutor em economia pela Universidade de Chicago. De Losso complementa: “No modelo tradicional, existe o Banco Central, que apesar de independente do governo, está submetido a órgãos de controle”.

Contudo, quando fez o anúncio da Libra, a rede social afirmou que irá trabalhar diretamente com autoridades em diversos países. Com isso, a empresa pretende evitar questões regulatórias.

Para o senador norte-americano Josh Hawley, o Facebook está “expandindo seu monopólio”. Na França, contudo, o ministro das Finanças Bruno La Maire, pediu para que as autoridades bancárias do G7 emitissem um relatório sobre o projeto assim que possível. O ministro, teme desse modo, que a moeda digital do Facebook possa se tornar soberana, tirando, nesse sentido a soberania das Nações.

Entendendo a carteira digital Calibra

Como dissemos, para fazer o gerenciamento da Libra, o Facebook criou sua própria carteira digital, a Calibra. Ela terá suporte do messenger e do WhatsApp, assim como de um APP independente que será disponibilizado o ano que vem.

Para garantir a segurança dos usuários serão processos de verificação e antifraude parecido com os bancos. Além, é claro de um sistema automatizado cuja finalidade será detectar e prevenir sistemas fraudulentos.

Em um comunicado lançado,a rede social diz:
“Também iremos oferecer um suporte em tempo real para ajudar em caso de perda do seu celular ou senha. E se alguém conseguir acesso fraudulento à sua conta e você perder alguma Libra como resultado disso, iremos oferecer um reembolso”.

Carteira Calibra para armazenar e enviar a criptomoeda Libra do Facebook

No entanto, sabemos que para a Libra se popularizar é necessário o máximo de adesão possível. Essa adesão precisa vir, tanto de usuários quanto da comunidade financeira. Pensando nessa questão, o Facebook irá abrir o código e uma linguagem própria de programação. Essa linguagem levará o nome de Move. Ela terá a finalidade de acelerar as transações entre Libra e Calibra.

Libra: Nasce um grande sonho

A rede social, como podemos perceber, sonha alto. E para que esse sonho torne-se realidade, o Facebook vêm trabalhando bastante para tornar a Libra uma criptomoeda sólida.

A expectativa da companhia é que a solidez possa ajudar na ampliação da cobertura, para inúmeras finalidades. Bem como, ser aceita em plataformas populares com ampla tecnologia.

Alguns especialistas apontam que, essa pode ser uma importante saída para a rede social se manter a frente as gigantes da tecnologia. Para eles, a Libra é um dos maiores, senão o maior projeto criado pela companhia. Desse modo, apontam para um futuro extremamente promissor para a criptomoeda.

Consulte o whitepaper do projeto: https://libra.org/en-US/white-paper/#introduction

Entretanto, um dos maiores desafios, será vencer os temores dos usuários quando se fala em rede social: A segurança e a privacidade.

A Libra no Brasil

Embora, o anúncio feito pela rede social mostre que a criptomoeda estará disponível já em 2020, no Brasil ainda não há uma definição. Certo é que assim que a criptomoeda for liberada para ser usada, ela será adicionada a Bitcointoyou para que os clientes possam comprar a Libra.

Alguns especialistas já se manifestam a respeito: Para Roberto Troster, ex-economista-chefe da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), os baixos custos que são prometidos pelo Facebook, aliados à sua grande base de dados, poderá ampliar o acesso aos serviços.

Para o professor da Mackenzie, Marco Antônio de Andrade, o Facebook poderá se tornar um grande banco global. De acordo com o professor, a possibilidade de realizar transferências mais baratas poderá afetar de forma negativa os Bancos.

Desse modo, usuários e agentes do mercado financeiro, aguardam ansiosamente o lançamento da Libra como moeda. E você o que acha dessa criptomoeda do Facebook?

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