Bitcoin: Baleia movimentou 4 bilhões de reais! Saiba mais!

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Bitcoin: Baleia movimentou 4 bilhões de reais! Saiba mais!

Bitcoin – No início deste mês um investidor baleia movimentou 94.504 bitcoins. Em reais, isso equivale a aproximadamente R$ 4 bilhões. Investidor baleia é um termo utilizado que se refere à grandes detentores da criptomoeda.

Um dos fatos mais curiosos da movimentação é que o investidor pagou cerca de US$ 700 dólares em taxas de rede. A transação foi sinalizada pelo monitor @Whale_alert e foi incluída no bloco 593468 do Bitcoin.

Para se ter uma breve ideia, essa quantidade de bitcoins equivale a 0,5% de todo o Bitcoin em circulação na atualidade. A transação chamou a atenção por ter vindo de vários endereços desconhecidos acabando em um outro endereço desconhecido.

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Controle das carteiras de Bitcoin

Ao que tudo indica as corretoras de bitcoin não conseguiram controlar essas carteiras. Pois, esse endereços são comumente conhecidos pelo serviço @whale_alert. Também é conhecido por outros exploradores de blockchain.

Há bastante especulação de que a soma de Bitcoin esteja relacionada a Bakkt, que tem apoio dos proprietários-operadores da Bolsa de Valores de Nova York. Afinal, no mesmo dia (06) em que houve a transação a Bakkt realizou a abertura dos depósitos e saques de Bitcoin.

Custo da taxa da operação chama a atenção

A taxa paga nessa transação também chamou a atenção. Afinal, o remetente selecionou uma taxa bastante alta de 480 satoshis por byte. Desse modo, o valor totalizou US$ 700 dólares somente de taxa.

Para se ter uma breve ideia, normalmente o custo de uma transação no próximo bloco, em dez minutos é de apenas 23 satoshis por byte. O que nos faz concluir, portanto, que o cliente pagou uma taxa 20 vezes maior que o normal.

Para realizar a transação, nesse sentido, o investidor baleia em questão não pediu permissão para nenhum banco, governo ou instituição financeira. Pois, essa transação tinha imunidade a qualquer forma de repressão ou supervisão estatal.

Transações como essa vêm, desse modo, chamando cada vez mais a atenção dos Bancos Centrais do mundo para a regulamentação de Bitcoin e outras criptomoedas.